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16 de agosto de 2017

Convivência familiar


 

   As relações familiares são essenciais para a formação do ser humano. É importante refletir sobre como o desenvolvimento tecnológico diminui a comunicação interpessoal, o  que pode causar, inclusive, a diminuição da empatia familiar.

 

   A palavra vício deriva do latim “vitium”, que significa falha, logo esse termo caracteriza-se por um hábito que causa mal ao praticante ou as pessoas que o rodeiam. A questão do  uso de equipamentos de tecnologia da informação, de modo geral, encaixa-se nessa definição, uma vez que crianças e adolescentes do mundo contemporâneo são dependentes  dos aparelhos eletrônicos. Isso resulta na falta de diálogo no ambiente familiar que acaba prejudicando a formação da habilidade dialética e da tolerância.

 

   A chamada geração Z, formada pelos que nasceram, entre 1990 até 2010, vive nos dias atuais, em dois mundos: o digital e o real. Isso pode causar falta de paciência e de  compreensão entre os mais velhos que viveram em outro período de vida e pensam que essa agilidade para administrar diversas situações faz parte das consequências de viver,  virtualmente, em um mundo paralelo. A falta de entendimento entre essas duas gerações diferentes torna, realmente, o relacionamento familiar ainda mais difícil.

 

   O mundo cibernético exerce grande influência, principalmente entre os jovens, dificultando as relações familiares. Para que o diálogo seja estimulado, as pessoas, de um modo  geral, devem se conscientizar sobre a importância das relações interpessoais e podem também transformar momentos de isolamento, em lazer, na companhia de seus familiares.  Dessa forma, mais ensinamentos serão transmitidos e a convivência em família será melhor usufruída.

 

   Mariana Alvarenga da Silva Azevedo. Aluna do Centro de Escrita Regina Magalhães.

 

   Tema: O sinal dos tempos é o império do consumo?


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