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29 de agosto de 2017

Estética na vida


   A cultura do consumo vem evoluindo arduamente desde o século XX. Desde a marca de produtos entranhadas por todas as roupas e objetos do cotidiano até a criação de espaços seguros. Além disso, o consumismo afeta o meio ambiente e está se entrelaçando, cada vez mais, no meio virtual.

   Na segunda Revolução Industrial, iniciada no século XIX e difundida no século XX, foi dado o início à cultura do consumo que se alastrou para todo o mundo até os dias de hoje. Marcas de roupa podem ser vistas em todos os lugares, inclusive em objetos, propagandas que passam em grande quantidade, durante os intervalos de filmes e novelas, que instigam a população mundial a consumir. A Coca-Cola é uma das empresas pioneiras dessa cultura e tal empresa, que antes era somente uma marca de refrigerante, possui hoje roupas, tênis, agendas e diversos outros produtos.

   A criação do espaço seguro, como o shopping é um local onde não possui janelas, para que os frequentadores percam a noção do tempo. Ali encontra-se tudo que alguém precisa e causa a sensação de alívio e de felicidade em quem se encontra neste local e tudo é arquitetado para aumentar os níveis de consumo.

Por outro lado, os meios virtuais, principalmente, em jogos online, como o Counter-Strike, possuem sistemas de compra e venda de ”skins”, que são pinturas estéticas que não apresentam nenhuma função, mas são vendidas a preços absurdos e algumas chegam a custar mais de dez mil reais. Tal mercado está em um alto fluxo de crescimento e, com os anos à frente, só tende a aumentar, somente para dar a um jogador a sensação de ser melhor do que o outro.

   O império do consumo, realmente, encontra-se incontrolável. As pessoas não devem perder a noção de valor e ficarem alienadas pela aparência. Esta alienação é tamanha que as pessoas vendem o tempo de suas vidas e não podem destruir a natureza como consequência. Tudo isso para no final não aproveitar o mais belo consumo, o consumo de viver bem a vida.

                                                                                                                

   Autor: Arthur Fernando Gomes de Miranda. Aluno co Centro de Estudos Regina Magalhães.

 

   Tema: O sinal dos tempos é o império do consumo?

 

 


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