Brava gente brasileira

Postagem : 17 de agosto de 2015

O Rio de Janeiro se transformou no decorrer dos séculos. Diante desse contexto, vale ressaltar a questão da violência que se agrava, cada dia mais e sobre o contraste social,  que existe na cidade considerada maravilhosa, que mesmo com tantos distúrbios, é símbolo de felicidade.

A cidade do Rio, que sempre foi palco para vários momentos históricos e culturais do país e que possui uma diversidade enorme de ideias está dividida. Em verdade, há um contraste, entre morro e asfalto e entre rico e pobre, que convivem lado a lado. Sabe-se que, em 1935, a região começou a ser bem conhecida por causa do hino, “Cidade Maravilhosa” criado em época de carnaval, entretanto, o cenário de cidade perfeita vem mudando. A criminalidade com armas brancas é cada vez maior e aumenta de forma descontrolada, o que é um pesadelo para a moradia dos habitantes e também para o turismo.

É evidente que o carioca é bem descontraído. Aliás, a palavra carioca vem do tupi “casa do homem branco”, que foi um termo usado pelos nativos da pátria, para se referirem a uma casa de pedra encontrada por eles. O irônico é que a feliz cidade não tem estrutura para abraçar o mundo nas Olimpíadas de 2016. É fato que a poluição da Baía de Guanabara irá atrapalhar os velejadores e trazer riscos à saúde. Além disso, o problema da violência preocupa os estrangeiros que têm medo e insegurança.

A cidade que será sede dos Jogos de 2016 está realmente partida. De acordo com Confúncio: “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas”. Portanto, é preciso saber escolher políticos que saibam honrar o Brasil, realizando melhorias no policiamento e na poluição. É fato que o Estado precisa dispor ainda de uma possibilidade jurídica de deter o criminoso antes que pratique um crime bárbaro. Para isso, a população precisa escolher governantes corretos e limpos, pois existe uma brava gente brasileira que pode gerar mais ordem e progresso.

  Letícia Alves Fagundes. Vestibulanda.

 

  Tema: O Rio de Janeiro de 2015 é uma cidade partida?