DEVASSA à ética juvenil

Postagem : 28 de agosto de 2011

É prática comum, apesar de a lei proibir a venda de bebidas acoólicas para menores brasileiros, a ingestão cada vez mais precoce, da mesma pelos adolescentes. Antes, iniciava-se a prática lá pelos dezessete ou dezoito anos. Há relatos, em pesquisa, de que a juventude contemporânea ousa a ingestão aos catorze.

O grande paradoxo são as meninas, que também parecem desejar a equidade diante do fato. Elas mesmas estão portando copos de misturas docinhas de vodca com suco de frutas ou mesma da chamada “loira”, ainda não entendi o porquê do nome ou entendi óbvio, que invariavelmente tem um fim pouco suportável a quem assiste.

Estive visitando um supermercardo e vi a preferência na compra. Aquela mesma que promete devassar a vida, os instintos, a timidez e franquear a intimidade. Na mídia, o compromisso é de que convidada cerveja, será ela o motor da festa. Motivará alegria, encontros, celebrações imemoráveis, exposição sem conseqüências e atitudes que apenas vão “descer redondo”. Só haverá alegria, em companhia da cerveja, que conduzirá os encontros felizes.

Os jovens, ainda sem espírito crítico, naquela fase, do sem medo de riscos, mas de ousadias e experimentos, entram na temática das propagandas. Contudo, aproximam-se das patologias afins, como: arritmias cardíacas, pancreatite, cirrose e outras tantas conhecidas por muitos adultos. Sem falar no trânsito, tão comprometido pelos crimes acometidos por até celebridades, por este imenso Brasil.

Mas, é hora de se entregar à ética, a saúde do jovem e a devassa ao conhecimento, indispensável a um Brasil trigueiro, gigante pela própria natureza, que cresce apesar das crises internacionais. Precisa-se, além de tudo, de que os jovens sejam capacitados, para erguer, ainda mais, a taça da liderança e da capacitação e não do vício.