Economia Inclusiva

Postagem : 14 de outubro de 2014

A drástica mudança climática é um assunto que a cada ano vem se agravando e preocupando mais a humanidade. Devido a isso, a Cúpula do Clima foi criada para discutir medidas e compromissos para o combate ao aquecimento global.
O fato é que a necessidade de enfrentar os perigos para a sobrevivência humana, devido à acelerada mudança no clima, está cada vez maior. É urgente tomar medidas agora. A conscientização deve ser mundial, pois as consequências estão mais próximas e intensas, podendo afetar gravemente o cotidiano da sociedade.
Em vista disso, foi realizada a Marcha do Clima, que aconteceu, em diversas cidades do mundo, com o objetivo de reunir a população para tornar menos penosa a mudança climática e fazer com que os países honrem os seus compromissos com o planeta. Só assim, será possível amenizar os efeitos dessa crise para as próximas gerações.
Por outro lado, muitos países ainda apresentam uma postura egoísta em relação ao aquecimento global. O Brasil, por exemplo, dono da maior floresta tropical do mundo, surpreendeu a comunidade internacional e não assinou o acordo de combate ao desmatamento.
O ideal seria que fossem criadas políticas para o desenvolvimento sustentável e a redução da emissão de gases estufa na atmosfera, seguindo os passos do Protocolo de Kyoto. Os países devem se unir em busca de soluções para a crise climática e cada um fazer a sua parte para promover uma economia descarbonizada e inclusiva para aprimorar o cotidiano dos cidadãos.

Rafaella Menezes de Faria Pereira – 17 anos

Tema: O que a mudança climática tem a ver com o cotidiano de cada um de nós?