Esperança ao inesperado

Postagem : 23 de agosto de 2014

O anseio sobre a decisão do novo dirigente da máquina pública chamada República, que será conferido no dia 5 de outubro de 2014, é fervoroso desde junho de 2013, quando jovens eleitores evidenciaram que a velha política não os representa.
Os candidatos ao maior cargo do poder Executivo remetem-se ao mesmo padrão de discurso ao eleitor. Alegam a introdução do novo, com um sentimento de renovação, no qual também é conferido ao texto do político que busca a reeleição e que teve quatro anos para decidir e inovar, mas em um próximo mandato.
A administração social demonstra décadas de letargia, usa o país como empresa e não como um meio para o progresso coletivo e o bem-estar social. A democracia é um valor e não é feita apenas, no dia da eleição, logo não é coerente a população estar, em dúvida, sobre a permanência dos mesmos problemas ou do salto no escuro, com a esperança de um salvador da pátria.
Falta ao candidato diferenciado, sem medo da verdadeira mudança, valores morais, referentes a todas as camadas sociais. Com os representantes, em questão, basta estudar a melhor escolha, o mais sensato e com a esperança de um novo caráter na política brasileira. Se tal diferenciação, por ventura, não vier a ocorrer, que venha a nova geração administrativa da nação, a qual será composta pelos andarilhos de junho de 2013, que jorraram a voz, o corpo e a alma pelos direitos humanos e que, sem dúvida, irão dedicar o mesmo à política.

Lucas Dutra. Vestibulando.

Tema: Qual é a sua expectativa para o novo mensageiro político para a presidência do Brasil que virá no dia 5 de outubro?