O odioso do Egito

Postagem : 7 de maio de 2016

Na atualidade, o combate à dengue no Brasil é um problema de calamidade pública. As estatísticas demonstram que o número de cidadãos atacados pelo vírus cresceu, expressivamente, com relação ao mesmo período do ano passado.

Diante deste pressuposto, cientistas fizeram estudos específicos para a avaliação do mosquito Aedes Aegypti, “O Odioso do Egito”, traduzido para o português.  Os estudiosos descobriram que o inseto produz as temerosas doenças do Zika vírus e da Chikungunha. Pode-se afirmar, sem receio de errar, que o Ministério da Saúde vem advertindo sobe os riscos dos crescentes enfermos, resultantes do não cumprimento das orientações, que não são satisfatórias, haja vista grande parte dos moradores das cidades que não cumprem com as suas responsabilidades.

No entanto, tendo uma visão ampla da proliferação e da epidemia abordadas pelo Estado brasileiro, será necessária a participação de todos para assumir o controle desta situação. Além disso, é importante seguir o que diz a propaganda governamental: “Um mosquito não é maior que um país inteiro”. Logo, não basta apenas realizar campanhas sazonais ou exigir a criação de políticas públicas, se cada habitante não se preocupar em cobrar dos demais cidadãos as responsabilidades, inclusive, com suas moradias.

Por tudo isso, é necessário que cada pessoa se conscientize de sua digna importância para o bem-estar da sociedade atual, envolvendo-se com os demais colaboradores, para enfim, estarmos livres da dengue. Vale também as palavras do filósofo prussiano, Immanuel Kant: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Portanto, está na hora de olhar para os lados e avistar o que está acontecendo com a saúde brasileira. É fundamental ainda que os cidadãos se eduquem, para que contribuam com seus deveres de cidadania com mais assertividade para se ter um país mais saudável.

Autor: Lucas Mendonça. Vestibulando 2015. Aluno do Centro de Escrita Regina Magalhães

Tema: O problema da dengue no Brasil.