O poder do esporte

Postagem : 3 de outubro de 2012

Existe, no Brasil e, nos países periféricos, o amor exacerbado pelo esporte, principalmente, pelo futebol. Isso tem gerado não só conflitos entre torcedores, mas também incentivos, para a mudança de hábitos dos jovens no futuro próximo.

Diante disso, entende-se que há um paradoxo em relação à participação dos brasileiros no esporte. Por um lado, vê-se a fidelidade, o apoio e a paixão pelo time, em contrapartida, falta amadurecimento de alguns para fazer parte desse ciclo. Esse último fato foi retratado recentemente no dia, em que as ruas da cidade do Rio de Janeiro foram palco de tortura, entre duas torcidas organizadas. A consequência dessa briga foi a morte de um torcedor do Vasco, vários feridos e cerca de 60 suspeitos e detidos. Não há como ignorar que também existem os bons. De acordo com o Comitê Organizador da Copa de 2014, nenhum outro país como o Brasil recebeu tantas inscrições para voluntariado no Mundial.

Ainda merece atenção o novo projeto do governo da presidente Dilma Rousseff, o “Bolsa Atleta”, que apóia, desde os esportistas iniciantes, até aqueles que já competem em Olimpíadas ou Paralimpíadas. Em verdade, é um projeto importante para o incentivo da retirada dos jovens das rua para uma nova oportunidade de vida e de educação. Outro aspecto importante é visto no Reino Unido. Antigamente existiam os “hooligans” que cometiam crimes, dentro dos estádios, mas hoje organizaram um bom sistema de vigilância e de circuitos fechados de televisão que ajudam no impedimento da entrada de um “hooligan”, em partidas de futebol, há anos. É um exemplo positivo para qualquer país sujeito a violências de torcidas organizadas.

A participação dos jovens no esporte é uma realidade. O maior e mais importante desafio agora é educar e amadurecer aqueles que ainda prejudicam a alegria e a vitória
alheia. É preciso modernizar a segurança e os equipamentos esportivos no Brasil, para os eventos importantes e muito próximos. Além de tudo, o incentivo à educação nas escolas é a base para construir uma vida mais digna e harmônica na sociedade.

Carolina Alves Fagundes. 18 anos. Pretende cursar Medicina.