Poder e ambição

Postagem : 16 de setembro de 2013

As relações internacionais passam por problemas graves de conduta. Percebe-se que, no atual mundo globalizado, esses relacionamentos não condizem com ideais pacíficos. É necessário ressaltar o posicionamento de alguns países que estão desenvolvendo armamentos mortais e, por outro lado, outros utilizam artifícios virtuais interferindo na ética global.

Deve-se reconhecer que a Síria, sob comando de Bashar Al Assad, desenvolveu armas químicas e a ambição somada à sede de poder acarretaram a morte de mais de 1400 pessoas. As consequências são imprevisíveis e a ação do presidente sírio faz lembrar o poema de Vinícius de Moraes, “A rosa de Hiroshima”, retomando o ato antiético e desumano diante do terror que existe no país. Sob essa ótica, percebe-se a conflituosa relação de ética e de conduta no cenário mundial.

É interessante mencionar ainda que a potência hegemônica global vem perdendo seu poder a ponto de temer realizar uma intervenção na Síria. Vale sublinhar ainda, que os Estados Unidos estão diante de uma questão contraditória. Nota-se que, ao mesmo tempo, em que busca democracia na Síria, age de forma antiética com o Brasil, por meio da ciberespionagem. Outro aspecto, importante trata-se, sem dúvida, do desrespeito dos brasileiros em relação à vinda dos médicos cubanos. A nação brasileira mostrou falta de boa conduta cm as relações internacionais.

Mediante aos fatos expostos, observa-se que é fundamental o diálogo entre países, a fim de se preservar os direitos humanos. Torna-se essencial a participação da ONU, Organização das Nações Unidas, a fim de promover e garantir a paz mundial neste cenário hiperglobalizado. É chegada a hora de exterminar o egoísmo e o individualismo, contendo a sede de poder e da ambição, mas alcançar maior logística, nas relações internacionais, para garantir a paz universal e o respeito mútuo.

Kissila da Silva Pereira – Vestibulanda. Pretende cursar Medicina.