Polêmica do livre arbítrio

Postagem : 18 de junho de 2013

Não há como ignorar que a liberdade de expressão e a segurança são pilares para uma vida em sociedade. No mundo, ocorrem inúmeros atos polêmicos em relação à união homoafetiva, mas é importante que se saiba que muitos países aceitaram tal fato, entretanto, há aqueles que formam a oposição.

É nessa direção que caminha a França, palco de diversas manifestações ligadas aos homossexuais. É válido mencionar que um indivíduo contrário ao casamento de pessoas do mesmo sexo cometeu suicídio em um ponto turístico de Paris, na catedral de Notre Dame. É importante considerar que, como a nação francesa, países como Holanda, Canadá, Argentina e África do Sul já legalizaram esta união.

Em âmbito nacional, religiosos não aceitam o casamento “gay”, pois defendem que tal evento é designado aos homens e mulheres, mas é importante debater sobre a adoção de crianças e adolescentes por casais homossexuais. Os opositores alegam que este ato pode gerar traumas e sofrimentos para os indivíduos adotados. Seria tolo ignorar também a existência de grupos contrários radicais que utilizam a violência, a tortura e a discriminação. Isso demonstra o desrespeito ao artigo 5º da Constituição brasileira que garante a igualdade entre todos os cidadãos.

Por isso tudo, vê-se que toda pessoa tem direito ao livre arbítrio e à segurança diante da Declaração dos Direitos Humanos. Logo, é preciso evitar a intolerância, o preconceito, a homofobia e a violência. O Brasil, um país democrata, não deve menosprezar a minoria. Uma verdadeira democracia necessita manter a liberdade e a singularidade de cada um.

Ana Letícia Fernandes Coelho de Oliveira