Ritmo à vida

Postagem : 1 de setembro de 2014

Em 2014, no Brasil, ocorrerá o maior show de democracia: as eleições. É bom lembrar que o anseio por mudança na política começou cedo, quando os brasileiros, antes de irem à urna, resolveram passar primeiro na rua. É preciso considerar que a cultura do populismo expressa, em geral, pelos candidatos pode inibir a ida dos jovens às urnas.
É válido citar que os protestos de massa foram resultados da insatisfação do povo com a política tradicional. O fato é que, após décadas de letargia, os brasileiros redescobriram que é necessária a participação na vida social para a prática na democracia. Inquestionavelmente, as mobilizações de junho de 2013 ensinaram que houve uma bússola que conscientizou a população e que envolveu a classe política. Logo, o povo tem poder.
Outro ponto importante é que não é de hoje, na história brasileira, que o papel do “novo” se revela, apenas com uma nova roupagem do “velho”. Isso significa que não existem salvadores da pátria e que um mensageiro político de caráter não se caracteriza pelo populismo. Como consequência, há jovens que não querem ir às urnas, desiludidos com a falta de ética dos candidatos, segundo pesquisas. Sendo assim, é preciso ressaltar que um líder político com ideais éticos constitui a base para a prática da democracia.
Portanto, percebe-se que mudaram os meios de se praticar a democracia. No entanto, somente com a ida às urnas, é possível eleger um novo mensageiro político com ideais nobres. Por isso, é fundamental oferecer educação pública de qualidade, para que assim, oxigene o velho sistema político e haja a evolução das políticas sociais. Ademais, é necessário fomentar a prática dos valores de integridade para uma sociedade mais justa e fraterna, a fim de que o novo líder do país possa dar ritmo efetivo à vida da sociedade brasileira.

Mayara Cremoneze. Vestibulanda.

Tema: Qual é a sua expectativa para o novo mensageiro político para a presidência do Brasil que virá no dia 5 de outubro?